[1]: São as edições de García Moreno, Naldini, Wilson e Boulanger, que estão presentes na bibliografia final.
[2]: Destaco, além das introduções das edições críticas, os comentários de Raymond van Dam (2002), Philip Rousseau (1998), Ernst Fortin (1981), Mario Naldini (1978 – na referência 1976), Ernesto Valgiglio (1975) e Ann Moffat (1972).
[3]: Jaeger, sem data [1961], p. 105, n. 12.
[4]: Backus, 2017, p. 37
[5]: Sobre a sobrevida desse texto, além do capítulo de Irene Backus já mencionado, é essencial o livro de Schucan (1973).
[6]: Basílio conheceu imperadores como Juliano e Valente, foi aluno dos dois maiores oradores do século IV, Libânio e Proerésio, encontrou-se com personalidades eclesiásticas do porte de Santo Atanásio de Alexandria, além de, naturalmente, ser o líder do cristianismo capadócio, com a sua pletora de figuras de importância, como seus irmãos Gregório e Macrina, seu colega Gregório de Nazianzo, entre outros. Em termos de conexões pessoais nenhuma outra personalidade do cristianismo antigo alcançou tamanho destaque.
[7]: Expressão retirada de Demóstenes, Oração sobre a coroa, 3.
[8]: Referência a Trabalhos e Dias, 293-7.
[9]: Expressão homérica (Homero, Odisseia, VIII, 500).
[10]: Ecos da Carta aos Hebreus, 13, 1.
[11]: Imagem retirada de Platão, República, 429e.
[12]: Platão, República, 516a-b
[13]: Atos dos Apóstolos, 7, 22.
[14]: Deuteronômio 1, 4.
[15]: Homero, Odisseia, XII, 39.
[16]: Provérbios 4, 33.
[17]: Platão, República, 377e
[18]: Alusão, talvez, à Ilíada, que coloca deuses irmãos, como Apolo e Atena, em disputa.
[19]: Hesíodo, Teogonia, 453 ss.
[20]: Embora haja seguramente outros casos, as histórias de Crono, na Teogonia (vv 166-190), são o modelo paradigmático desse tipo de atividade.
[21]: Homero, Odisseia, VII, 266-366.
[22]: Isto é, representado nas cenas das apresentações teatrais.
[23]: Certamente um dos grandes temas de Platão, ver, entre outros exemplos, Fedro, 259e-260a.
[24]: No original escrito em dialeto dórico τὸν λίθον ποτὶ τὰν σπάρτον. Esse provérbio aparece transmitido apenas por autores cristãos, como esta passagem de Basílio, e uma de Gregório de Nazianzo (Epístola 38 [Migne 38, 80A]) e outra de João Crisóstomo (Comentário à carta aos Coríntios, Homilia 35 [Migne 61, 300]).
[25]: Essa expressão e esse raciocínio derivam originalmente de Platão (República, 378a).
[26]: Paráfrase de Trabalhos e Dias, 285-90.
[27]: Homero indica que Ulisses lidera os cefalênios.
[28]: Sólon, Fr. 15 W. Tradução de Rafael Brunhara, tirado de https://primeiros-escritos.blogspot.com/2013/07/solon-fragmento-16-w.html (última visualização em 22/02/2019)/
[29]: Teógnis, 257. No original fala-se em Zeus.
[30]: Trata-se de Pródico de Ceos.
[31]: Homero, Odisseia, X, 495.
[32]: Eurípides, Hipólito, 612.
[33]: Citação quase literal de República, 361a.
[34]: Anedota comum em Plutarco, mas aparentemente retirada do texto Como alguém se perceberia avançando em direção à virtude, 79 a.
[35]: Adaptação de uma tragédia atribuída a Eurípides (Reso, 84).
[36]: Cf. Evangelho segundo Mateus, 5, 39.
[37]: Evangelho segundo Mateus, 5, 44.
[38]: Arriano, Anábase de Alexandre, 4, 19, contra essa história de modo um pouco diferente.
[39]: Evangelho segundo Mateus, 4, 28.
[40]: Essa história, sem o nome de Clínias, aparece em Jâmblico, Vida de Pitágoras, 28, 144.
[41]: Êxodo, 20, 7; Deuteronômio, 5, 11.
[42]: A poesia grega tinha uma metáfora muito comum com relação ao navio do estado, onde a cidade é comparada a um navio. Essa imagem aparece no fragmento 6 V de Alceu, na Antígona de Sófocles, na República (488a-489d) e na Ode 1.14 de Horácio.
[43]: Essa história, entre outras relacionadas à vida de Polidamante, encontra-se no livro 6 da Descrição de Grécia, de Pausânias.
[44]: Também retirada do mesmo livro de Pausânias.
[45]: Essa história aparece no início da Oração sobre o reino de Díon Crisóstomo.
[46]: Margites é o herói de um poema cômico atribuído a Homero, mas que já na antiguidade se duvidava de sua autoria, como o próprio comentário de Basílio deixa claro.
[47]: Pítaco, tirano de Mitilene, foi um dos chamados Sete Sábios da Grécia. Essa anedota encontra-se, entre outros lugares, no Protágoras de Platão (340c).
[48]: A imagem do corpo como cadeia da alma é platônica. Encontra-se, por exemplo no Fédon, 82c.
[49]: A imagem de que o corpo melhora sob a doutrina ascética é comum na literatura cristã. Ver capítulo 14 da Vida de Santo Antão de Atanásio de Alexandria.
[50]: Isso significa, trabalhar um pedaço de lã para queimá-lo em sequência, ou seja, uma atividade inútil. Essa punição aparece nas Leis, 780c.
[51]: Essas imagens aparecem no Górgias, 493b.
[52]: Diógenes Laércio, Vidas dos Filósofos, VI, 54
[53]: 1 Samuel, 16, 14-23.
[54]: Platão, República, 498b.
[55]: Cf. Epístola aos Romanos 13, 14; Epístola aos Gálatas 5, 16.
[56]: Reminiscência da alegoria da carruagem do Fedro de Platão (246a – 254e).
[57]: Essa reminiscência da fundação da Academia encontra-se em Eliano (Histórias variadas, livro 9, 10).
[58]: Heródoto III, 102.
[59]: Teógnis, v.1155-6.
[60]: Plutarco, Vida de Alexandre, 14.
[61]: Heródoto, VII, 28.
[62]: Díon Crisóstomo, Oração sobre a realeza III, 1.
[63]: Platão, República, 365c.
[64]: A referência é a Proteu, que aparece na Odisseia, IV, 284. Contudo, a referência a Proteu como “sofista egípcio” aparece no Eutidemo de Platão, 288c.
[65]: Hesíodo, Trabalhos e Dias, 361.
[66]: Diógenes Laércio, I, 88.
[67]: Hino Homérico a Afrodite, 219ss.
[68]: Tirano de Tartesso narrado em Heródoto, I, 163.
[69]: Gênesis 5, 25.