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Hino Homérico 6, a Afrodite (Grego–Português)

Anonymous

rolo estático · Pedra Angular

Autor
Anonymous
Tradutor
Carlos Leonardo Bonturim Antunes
Editor
Hugh G. Evelyn-White
Edição de base
Hesiod, the Homeric Hymns and Homerica, ed. and trans. Hugh G. Evelyn-White (London: William Heinemann, 1914)
Idioma
grc, por
URN
urn:cts:greekLit:tlg0013.tlg006.pa-por2
Licença
CC-BY-SA-4.0
Fonte
Antunes, Carlos Leonardo Bonturim. 26 Hinos Homéricos. Cadernos de Literatura em Tradução, São Paulo, n. 15, p. 13-23, 2015. ISSN 2359-5388. DOI 10.11606/issn.2359-5388.i15p13-24.
Identificador
hinos-homericos-hino-06-a-afrodite-grc-pt-antunes-2015
Markdown
../livros/LITERATURA/Grego/Interlineares_Grego/Epica_Grega/Hinos_Homericos/Hino_06_a_Afrodite/Hinos_Homericos_Hino_06_a_Afrodite_grc-pt_Antunes_2015.md
Endereço por URN
https://pedraangular.app.br/urn/?urn:cts:greekLit:tlg0013.tlg006.pa-por2 (uma passagem: acrescente :216a, :1.1…)
Como citar
ANONYMOUS. Hino Homérico 6, a Afrodite (Grego–Português). Tradução de Carlos Leonardo Bonturim Antunes. In: Cadernos de Literatura em Tradução, São Paulo, n. 15, p. 13-23, 2015. Pedra Angular (org. Διαφορεύς), versão 1.0.0. DOI: 10.5281/zenodo.23068915. URN: urn:cts:greekLit:tlg0013.tlg006.pa-por2. Disponível em: https://pedraangular.app.br/rolo/hinos-homericos-hino-06-a-afrodite-grc-pt-antunes-2015.html. Acesso em: [data do acesso].
BibTeX (Zotero, LaTeX)
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Hino Homérico 6, a Afrodite (Grego–Português)

vv. 1-5

Grego

[1] αἰδοίην, χρυσοστέφανον, καλὴν Ἀφροδίτην

[2] ᾄσομαι, ἣ πάσης Κύπρου κρήδεμνα λέλογχεν

[3] εἰναλίης, ὅθι μιν Ζεφύρου μένος ὑγρὸν ἀέντος

[4] ἤνεικεν κατὰ κῦμα πολυφλοίσβοιο θαλάσσης

[5] ἀφρῷ ἔνι μαλακῷ· τὴν δὲ χρυσάμπυκες Ὧραι

Português

[1] Canto a formosa Afrodite, de láureas douradas e augusta,

[2] Que tem por lote as cidades muradas de Chipre marinha

[3] Toda, onde a úmida força do Zéfiro, tendo soprado,

[4] Trouxe-a por cima das ondas do mar de multíplices vozes

[5] Dentro de espuma macia. As Horas de frisos dourados

vv. 6-10

Grego

[6] δέξαντ’ ἀσπασίως, περὶ δ’ ἄμβροτα εἵματα ἕσσαν·

[7] κρατὶ δ’ ἐπ’ ἀθανάτῳ στεφάνην εὔτυκτον ἔθηκαν

[8] καλήν, χρυσείην· ἐν δὲ τρητοῖσι λοβοῖσιν

[9] ἄνθεμ’ ὀρειχάλκου χρυσοῖό τε τιμήεντος·

[10] δειρῇ δ’ ἀμφ’ ἁπαλῇ καὶ στήθεσιν ἀργυφέοισιν

Português

[6] A receberam gentis e a envolveram com veste ambrosina.

[7] Sobre a cabeça imortal colocaram-lhe láureas bem-feitas,

[8] Belas, lavradas em ouro. Nos lóbulos já perfurados,

[9] Elas puseram-lhe enfeites de ouro estimado e oricalco

[10] E lhe adornaram seus seios argênteos e o tenro pescoço

vv. 11-15

Grego

[11] ὅρμοισι χρυσέοισιν ἐκόσμεον, οἷσί περ αὐταὶ

[12] Ὧραι κοσμείσθην χρυσάμπυκες, ὁππότ’ ἴοιεν

[13] ἐς χορὸν ἱμερόεντα θεῶν καὶ δώματα πατρός.

[14] αὐτὰρ ἐπειδὴ πάντα περὶ χροῒ κόσμον ἔθηκαν,

[15] ἦγον ἐς ἀθανάτους· οἳ δ’ ἠσπάζοντο ἰδόντες

Português

[11] Com amuletos dourados, os quais são as joias que as próprias

[12] Horas de frisos dourados costumam vestir quando vão

[13] Rumo à mansão de seu pai para a dança adorável dos deuses.

[14] Logo, depois de lhe ornarem sua forma de modo completo,

[15] Elas levaram-na aos deuses eternos que a vendo a acolheram,

vv. 16-20

Grego

[16] χερσί τ’ ἐδεξιόωντο καὶ ἠρήσαντο ἕκαστος

[17] εἶναι κουριδίην ἄλοχον καὶ οἴκαδ’ ἄγεσθαι,

[18] εἶδος θαυμάζοντες ἰοστεφάνου Κυθερείης.

[19] χαῖρ’ ἑλικοβλέφαρε, γλυκυμείλιχε· δὸς δ’ ἐν ἀγῶνι

[20] νίκην τῷδε φέρεσθαι, ἐμὴν δ’ ἔντυνον ἀοιδήν.

Português

[16] Dando-lhe as mãos e rogando poder conduzi-la pra casa,

[17] Cada um dos deuses, na forma de sua legítima esposa,

[18] Tanto Citéria[4] das láureas violáceas os tinha espantado.

[19] Salve, senhora dos olhos furtivos, do doce que vence!

[20] Dá-me vencer o presente certame e equipar-te em canção!

vv. 21-21

Grego

[21] αὐτὰρ ἐγὼ καὶ σεῖο καὶ ἄλλης μνήσομ’ ἀοιδῆς.

Português

[21] Ora de ti eu irei me lembrar e de uma outra canção.

Ὁ Διαφορεύς παρῆν

[4]: Uso “Citéria” em vez de “Citereia” por questões métricas.

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