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id: biblia-22-canticos-por-tb-1917
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title: "Cânticos (Tradução Brasileira)"
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language: por
translator: "Comissão da Sociedade Bíblica Americana (H. C. Tucker et al.)"
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tags: [biblia]
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# Cânticos

## Capítulo 1

**1** Cântico dos cânticos, de Salomão. ^ct-1-1

**2** Beije-me ele com os beijos de sua boca; Pois melhor é o teu amor do que o vinho. ^ct-1-2

**3** Os teus perfumes têm um odor suave, O teu nome é como unguento derramado, Por isso as donzelas te amam. ^ct-1-3

**4** Atrai-me tu; correremos após ti: O rei acaba de me introduzir nos seus aposentos; Nós nos alegraremos e regozijaremos em ti, Faremos menção do teu amor mais do que do vinho; É com razão que te amam. ^ct-1-4

**5** Trigueira sou, mas formosa, Ó filhas de Jerusalém, Como as tendas de Quedar, Como os pavilhões de Salomão. ^ct-1-5

**6** Não admireis de eu ser morena, Porque o sol me mudou a cor. Os filhos de minha mãe indignaram-se contra mim, Puseram-me por guarda das vinhas; A minha vinha, porém, não a guardei. ^ct-1-6

**7** Dize-me, ó tu, a quem a minha alma ama: Onde é que apascentas o teu rebanho, onde o fazes descansar ao meio dia: Pois por que, junto ao rebanho dos teus companheiros, Seria eu como a que se cobre de véu? ^ct-1-7

**8** Se não o sabes, ó tu, a mais bela das mulheres, Vai-te em seguimento das pisadas dos rebanhos, E apascenta os teus cabritos junto às tendas dos pastores. ^ct-1-8

**9** A um cavalo dos carros de Faraó Eu te comparo, ó amada minha. ^ct-1-9

**10** Formosas são as tuas faces entre as madeixas, O teu pescoço com os colares. ^ct-1-10

**11** Nós te faremos umas tranças de ouro Marchetadas de pontinhos de prata. ^ct-1-11

**12** Enquanto o rei estava sentado à sua mesa, Deu o meu nardo o seu cheiro. ^ct-1-12

**13** O meu amado é para mim como um saquitel de mirra, Que está posta entre os meus seios. ^ct-1-13

**14** O meu amado é para mim como um ramalhete da hena, Nas vinhas de En-Gedi. ^ct-1-14

**15** Como és formosa, amada minha, como és formosa! Os teus olhos são como pombas. ^ct-1-15

**16** Como és formoso, amado meu, como és amável! O nosso leito é de viçosa relva. ^ct-1-16

**17** As traves da nossa casa são cedros, E as tábuas do nosso teto são ciprestes. ^ct-1-17

## Capítulo 2

**1** Eu sou um narciso de Sarom, Uma açucena dos vales. ^ct-2-1

**2** Qual uma açucena entre espinhos, Tal é a minha amada entre as mulheres. ^ct-2-2

**3** Qual a macieira entre as árvores do bosque, Tal é o meu amado entre os homens. Sento-me com grande gozo à sua sombra, E o seu fruto é doce ao meu paladar. ^ct-2-3

**4** Leva-me ele à sala do banquete, E o seu estandarte sobre mim é o amor. ^ct-2-4

**5** Sustentai-me com passas, Confortai-me com maçãs, Pois desfaleço de amor. ^ct-2-5

**6** A sua mão esquerda está debaixo da minha cabeça, E a sua direita me abraça. ^ct-2-6

**7** Eu vos conjuro, filhas de Jerusalém, Pelas veadas e pelas gazelas do campo, Que não acordeis nem desperteis o amor, Até que queira. ^ct-2-7

**8** É a voz do meu amado! eis que ele vem, Saltando sobre os montes, pulando sobre os outeiros. ^ct-2-8

**9** O meu amado é como o veado ou filho da gazela: Eis que está por detrás da nossa parede, Olha pelas janelas, Lança os olhos pelas grades. ^ct-2-9

**10** Falou o meu amado, e disse-me: Levanta-te, amada minha, formosa minha, e vem. ^ct-2-10

**11** Pois, eis que já passou o inverno, Já se foi e cessou a chuva. ^ct-2-11

**12** As flores aparecem na terra: Já chegou o tempo de cantarem as aves, E a voz da rola ouve-se na nossa terra. ^ct-2-12

**13** A figueira começa a dar os seus primeiros figos, E as vides estão em flor, Elas emitem a sua fragrância. Levanta-te, amada minha, formosa minha, e vem. ^ct-2-13

**14** Pomba minha, que andas pelas fendas do penhasco, pelo esconderijo das ladeiras, Mostra-me o teu rosto, e faze-me ouvir a tua voz; Porque a tua voz é doce, e o teu rosto formoso. ^ct-2-14

**15** Apanhai-nos as raposas, as pequenas raposas que fazem mal às vinhas; Pois as nossas vinhas estão em flor. ^ct-2-15

**16** O meu amado é meu, e eu sou dele; Ele apascenta o seu rebanho entre as açucenas. ^ct-2-16

**17** Antes que refresque o dia e fujam as sombras, Volta, meu amado, e faze-te como o veado ou o filho da gazela, Sobre o monte de Beter. ^ct-2-17

## Capítulo 3

**1** De noite no meu leito, busquei aquele, a quem a minha alma ama: Busquei-o, porém não o achei. ^ct-3-1

**2** Levantar-me-ei, pois, e rodearei a cidade; Pelas ruas e pelas praças Buscarei aquele a quem a minha alma ama: Busquei-o, porém não o achei. ^ct-3-2

**3** Encontraram-me os guardas que rondam a cidade, Aos quais disse eu: Vistes, porventura, aquele a quem a minha alma ama? ^ct-3-3

**4** Apenas me tinha apartado deles, Quando achei aquele a quem a minha alma ama. Agarrei-me a ele, e não o deixei ir embora, Até tê-lo eu introduzido na casa de minha mãe, E na câmara daquela que me concebeu. ^ct-3-4

**5** Eu vos conjuro, filhas de Jerusalém, Pelas veadas e pelas gazelas do campo, Que não acordeis nem desperteis o amor, Até que queira. ^ct-3-5

**6** Quem é esta que sobe do deserto como colunas de fumo, Perfumada de mirra e de incenso, De toda a sorte de pós aromáticos do mercador? ^ct-3-6

**7** Eis aí a liteira de Salomão: Rodeiam-na sessenta valentes, Dos poderosos de Israel. ^ct-3-7

**8** Todos eles manejam a espada, e são destros na guerra; Cada um tem a sua espada à coxa Por causa dos temores noturnos. ^ct-3-8

**9** O rei Salomão fez para si um palanquim, De madeira do Líbano. ^ct-3-9

**10** Fez-lhe as colunas de prata, E a base de ouro, e o assento de púrpura, Sendo-lhe o interior ornado com amor, Pelas filhas de Jerusalém. ^ct-3-10

**11** Saí, filhas de Sião, e contemplai o rei Salomão, Com a coroa de que sua mãe o coroou no dia do seu desposório, E no dia do júbilo do seu coração. ^ct-3-11

## Capítulo 4

**1** Como és formosa, amada minha, como és formosa! Os teus olhos são como pombas por detrás do teu véu: Os teus cabelos são como o rebanho das cabras, Que repousam nos flancos do monte Gileade. ^ct-4-1

**2** Os teus dentes são como o rebanho de ovelhas recém-tosquiadas, Que sobem do lavadouro, Das quais cada uma tem gêmeos, E nenhuma delas é desfilhada. ^ct-4-2

**3** Os teus lábios são como um fio de escarlate, E a tua boca é formosa. As fontes da tua cabeça são como um pedaço de romã, Por detrás do teu véu. ^ct-4-3

**4** O teu pescoço é como a torre de Davi, edificada para depósito de armas; No qual pendem mil broquéis, todos os escudos dos poderosos. ^ct-4-4

**5** Os teus dois peitos são como duas crias gêmeas de uma veada, E que se apascentam entre as açucenas. ^ct-4-5

**6** Antes que refresque o dia e fujam as sombras, Ir-me-ei à fonte da mirra e ao monte do incenso. ^ct-4-6

**7** Tu és toda formosa, amada minha, E em ti não há mancha. ^ct-4-7

**8** Vem comigo do Líbano, noiva minha, Vem comigo do Líbano. Olha do cume de Amana, Do cume de Senir e de Hermom, Dos covis dos leões, Dos montes dos leopardos. ^ct-4-8

**9** Enlevaste-me o coração, irmã minha, noiva minha, Enlevaste-me o coração com um dos teus olhares, Com um dos colares do teu pescoço. ^ct-4-9

**10** Que lindo é o teu amor, irmã minha, noiva minha! Quanto melhor é o teu amor do que o vinho! E melhor o cheiro dos teus unguentos do que toda a sorte de especiarias! ^ct-4-10

**11** Os teus lábios, noiva minha, destilam como favos de mel. Mel e leite estão debaixo da tua língua; E o cheiro dos teus vestidos é como cheiro do Líbano. ^ct-4-11

**12** Um jardim fechado é minha irmã, minha noiva; Um manancial fechado, uma fonte selada. ^ct-4-12

**13** Os teus renovos são: um pomar de romãs, com frutos preciosos; A hena com as plantas do nardo; ^ct-4-13

**14** O nardo e o narciso, O cálamo e o cinamomo com todas as árvores do incenso; A mirra e o aloé com todas as principais especiarias. ^ct-4-14

**15** És a fonte dos jardins, O poço das águas vivas, E as torrentes que correm do Líbano. ^ct-4-15

**16** Desperta-te, vento norte; e vem tu, vento sul; Assopra no meu jardim, e espalha os seus perfumes. Entre o meu amado no seu jardim, E coma os seus frutos preciosos. ^ct-4-16

## Capítulo 5

**1** Já entrei no meu jardim, irmã minha, noiva minha; Colhi a minha mirra com o meu bálsamo; Comi o meu favo com o meu mel; Bebi o meu vinho com o meu leite: Comei, amigos, Bebei, sim, embriagai-vos, caríssimos. ^ct-5-1

**2** Eu estava dormindo, mas o meu coração vigiava; É a voz do meu amado que bate, dizendo: Abre-me, irmã minha, amada minha, pomba minha, imaculada minha, Porque a minha cabeça está coberta de orvalho, As minhas guedelhas, das gotas da noite. ^ct-5-2

**3** Já despi a minha túnica; como a vestirei? Lavei os meus pés; como os tornarei a sujar? ^ct-5-3

**4** O meu amado meteu a mão pelo buraco da porta, E o meu coração estremeceu por amor dele. ^ct-5-4

**5** Eu me levantei para abrir ao meu amado; As minhas mãos destilaram mirra, E os meus dedos mirra líquida, Sobre a aldrava do ferrolho. ^ct-5-5

**6** Eu abri ao meu amado, Mas ele tinha-se retirado e tinha ido embora. A minha alma desfaleceu quando ele falou. Busquei-o, porém não o pude encontrar; Chamei-o, mas ele não me respondeu. ^ct-5-6

**7** Encontraram-me os guardas que rondam a cidade, Bateram-me, feriram-me; Os guardas dos muros tiraram-me o meu manto. ^ct-5-7

**8** Conjuro-vos, filhas de Jerusalém, que, se encontrardes o meu amado, Lhe façais saber que desfaleço de amor. ^ct-5-8

**9** Que é o teu amado mais do que outro amado, Ó tu, a mais bela das mulheres? Que é o teu amado mais do que outro amado, Que assim nos conjuras? ^ct-5-9

**10** O meu amado é cândido e rubicundo, O primeiro entre dez mil. ^ct-5-10

**11** A sua cabeça é como o ouro mais apurado, As suas guedelhas são crespas e pretas como o corvo. ^ct-5-11

**12** Os seus olhos são como pombas junto às torrentes das águas, Lavados em leite, como pedras bem ajustadas no engaste. ^ct-5-12

**13** As suas faces são como canteiros de bálsamo, como montões de plantas aromáticas, Os seus lábios são como açucenas que destilam mirra líquida. ^ct-5-13

**14** As suas mãos são como cilindros de ouro, guarnecidos de crisólitos, O seu corpo é como obra de marfim, coberta de safiras. ^ct-5-14

**15** As suas pernas são como colunas de mármore branco, colocadas sobre bases de ouro, O seu aspecto é como o Líbano, distinto como os cedros. ^ct-5-15

**16** O seu falar é muitíssimo suave; ele é inteiramente precioso. Tal é o meu amado, e tal é o meu amigo, Ó filhas de Jerusalém. ^ct-5-16

## Capítulo 6

**1** Para onde foi o teu amado, Ó tu, a mais bela das mulheres? Para onde se retirou o teu amado, A fim de que o busquemos juntamente contigo? ^ct-6-1

**2** O meu amado desceu ao seu jardim, aos canteiros de bálsamo, Para apascentar nos jardins, e para colher as açucenas. ^ct-6-2

**3** Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu, Ele apascenta entre as açucenas. ^ct-6-3

**4** Formosa és, amada minha, como Tirza, Bela como Jerusalém, Terrível como um exército com bandeiras. ^ct-6-4

**5** Desvia de mim os teus olhos, Porque eles já me tomaram de assalto. Os teus cabelos são como os rebanhos das cabras, Que repousam nos flancos de Gileade. ^ct-6-5

**6** Os teus dentes são como um rebanho de ovelhas, Que sobem do lavadouro, Das quais cada uma tem gêmeos, E nenhuma delas é desfilhada. ^ct-6-6

**7** As fontes da tua cabeça são como um pedaço de romã, Por detrás do teu véu. ^ct-6-7

**8** Há sessenta rainhas, oitenta concubinas, E donzelas sem número. ^ct-6-8

**9** Uma só é a minha pomba, a minha imaculada; Ela é a única de sua mãe, a escolhida da que lhe deu à luz. As mulheres viram-na, e chamaram-lhe bem-aventurada; Viram-na as rainhas e as concubinas, e louvaram-na. ^ct-6-9

**10** Quem é esta que aparece como a aurora, Formosa como a lua, Pura como o sol, Terrível como um exército com bandeiras? ^ct-6-10

**11** Desci ao jardim das nogueiras, Para ver os renovos do vale, Para examinar se as vides lançavam olhos, E se as romãs estavam em flor. ^ct-6-11

**12** Sem que eu soubesse como, pôs-me a minha alma Nos carros do meu nobre povo. ^ct-6-12

**13** Volta, volta, ó Sulamita; Volta, volta, para que te contemplemos. Por que quereis contemplar a Sulamita, Como a dança de Maanaim? ^ct-6-13

## Capítulo 7

**1** Quão formosos são os teus pés nas sandálias, ó filha de príncipe! Os contornos das tuas coxas são como colares, Obra das mãos dum artífice perito. ^ct-7-1

**2** O teu umbigo é como uma taça redonda, A que não falta o vinho misturado; O teu ventre é como montão de trigo, Cercado de açucenas. ^ct-7-2

**3** Os teus dois peitos são como duas crias Gêmeas duma veada. ^ct-7-3

**4** O teu pescoço é como a torre de marfim; Os teus olhos são como as piscinas de Hesbom, junto à porta de Bate-Rabim. O teu nariz é como a torre do Líbano, Que olha para Damasco. ^ct-7-4

**5** A tua cabeça é como o Carmelo, E os cabelos da tua cabeça como púrpura; O rei está preso nas tuas tranças. ^ct-7-5

**6** Quão formoso és, ó amor, E quão aprazível em produzir delícias! ^ct-7-6

**7** Essa tua estatura é semelhante a uma palmeira, E os teus seios cachos de uvas. ^ct-7-7

**8** Eu disse: Subirei à palmeira, Pegarei dos seus ramos: Sejam os teus seios como cachos de vide, E o cheiro do teu fôlego como de maçãs; ^ct-7-8

**9** E a tua boca como o melhor vinho, Que escoa suavemente para o meu amado, E faz que se movam os lábios dos que dormem. ^ct-7-9

**10** Eu sou do meu amado, E é para mim que tende o seu desejo. ^ct-7-10

**11** Vem, amado meu, saiamos ao campo; Moremos nas vilas. ^ct-7-11

**12** Levantemo-nos cedo para ir às vinhas, Vejamos se a vide já lançou olhos e se estão abertas as suas flores, E se as romãs já estão em flor: Ali te darei o meu amor. ^ct-7-12

**13** As mandrágoras exalam o seu perfume, E junto às nossas portas há toda a sorte de frutos preciosos, novos e velhos, Que eu guardei para ti, ó meu amado. ^ct-7-13

## Capítulo 8

**1** Oxalá que fosses como meu irmão, Que mamou os peitos de minha mãe! Quando eu te encontrasse lá fora, eu te beijaria, E ninguém me poderia desprezar. ^ct-8-1

**2** Eu te levaria e te introduziria na casa de minha mãe, E tu me instruirias. Eu te daria de beber vinho aromático, O mosto das minhas romãs. ^ct-8-2

**3** A sua mão esquerda estaria debaixo da minha cabeça, E a sua direita me abraçaria. ^ct-8-3

**4** Conjuro-vos, filhas de Jerusalém, Que não acordeis nem desperteis o amor, Até que queira. ^ct-8-4

**5** Quem é esta que sobe do deserto, Apoiada em seu amado? Debaixo da macieira te despertei; Ali tua mãe te deu à luz com dores, Ali esteve com dores a que te deu à luz. ^ct-8-5

**6** Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, Pois o amor é forte como a morte; O ciúme é cruel como a sepultura. Os seus brilhos são brilhos de fogo, A chama de Jeová. ^ct-8-6

**7** Muitas águas não podem extinguir o amor, Nem os rios podem afogá-lo. Se o homem desse todos os bens da sua casa pelo amor, Ele seria de todo desprezado. ^ct-8-7

**8** Temos uma irmã menor, Que ainda não tem seios; Que faremos por nossa irmã, Quando chegar o dia de ser pedida em casamento? ^ct-8-8

**9** Se ela for um muro, Edificaremos sobre ele uma torrezinha de prata; Se ela for uma porta, Cercá-la-emos com tábuas de cedro. ^ct-8-9

**10** Eu sou um muro, e os meus seios são como as suas torres; Tornei-me aos olhos dele como a que acha paz. ^ct-8-10

**11** Salomão teve uma vinha em Baal-Hamom: Arrendou-a a uns guardas; Cada um pelo fruto dela devia trazer mil siclos de prata. ^ct-8-11

**12** A minha que me pertence está ao meu dispor; Tu, ó Salomão, terás os mil siclos, E os que guardam o fruto dela, duzentos. ^ct-8-12

**13** Ó tu, que habitas nos jardins, Os companheiros estão atentos para ouvir a tua voz; Digna-te de fazer-me ouvi-la. ^ct-8-13

**14** Apressa-te, amado meu, E sê tu como o veado ou como o filho da gazela Sobre os montes de aromas. ^ct-8-14
