---
id: biblia-22-canticos-por-blivre-2018
type: texto_primario
title: "Cânticos (Bíblia Livre)"
author: null
language: por
translator: "Projeto Bíblia Livre (revisão da Almeida 1819)"
editor: null
year_original: null
publisher: null
source: "Bíblia Livre, 2018. Via github.com/damarals/biblias (JSON canônico), 2026."
license: "dominio_publico"
publishable: true
status: rascunho
project: pedra_angular
livro_numero: 22
abrev: Ct
related: []
tags: [biblia]
---

# Cânticos

## Capítulo 1

**1** Cântico dos cânticos, que é de Salomão.  ^ct-1-1

**2** Ela: Beije-me ele com os beijos de sua boca, porque teu amor é melhor do que o vinho.  ^ct-1-2

**3** O cheiro dos teus perfumes é agradável; teu nome é como perfume sendo derramado, por isso as virgens te amam.  ^ct-1-3

**4** Toma-me contigo, e corramos; traga-me o rei aos seus quartos.Moças: Em ti nos alegraremos e nos encheremos de alegria; nos agradaremos mais de teu amor do que do vinho;Ela: Elas estão certas em te amar;  ^ct-1-4

**5** Eu sou morena, porém bela, ó filhas de Jerusalém: morena como as tendas de Quedar, bela como as cortinas de Salomão.  ^ct-1-5

**6** Não fiquem me olhando por eu ser morena, pois o sol brilhou sobre mim; os filhos de minha mãe se irritaram contra mim, e me puseram para cuidar de vinhas; porém minha própria vinha, que me pertence, não cuidei.  ^ct-1-6

**7** Dize-me, amado de minha alma: onde apascentas o teu gado? Onde o recolhes ao meio- dia? Para que ficaria eu como que coberta com um véu por entre os gados de teus colegas?   ^ct-1-7

**8** Ele: Se tu, a mais bela entre as mulheres, não sabes, sai pelos rastros das ovelhas, e apascenta tuas cabras junto às tendas dos pastores.  ^ct-1-8

**9** Eu te comparo, querida, às éguas das carruagens de Faraó.  ^ct-1-9

**10** Agradáveis são tuas laterais da face entre os enfeites, teu pescoço entre os colares.  ^ct-1-10

**11** Enfeites de ouro faremos para ti, com detalhes de prata.  ^ct-1-11

**12** Ela: Enquanto o rei está sentado à sua mesa, meu nardo dá a sua fragrância.  ^ct-1-12

**13** Meu amado é para mim como um saquinho de mirra que passa a noite entre meus seios;  ^ct-1-13

**14** Meu amado é para mim como um ramalhete de hena nas vinhas de Engedi.  ^ct-1-14

**15** Ele: Como tu és bela, minha querida! Como tu és bela! Teus olhos são como pombas.  ^ct-1-15

**16** Ela: Como tu és belo, meu amado! Como tu és agradável! E o nosso leito se enche de folhagens.  ^ct-1-16

**17** As vigas de nossa casa são os cedros, e nossos caibros os ciprestes.  ^ct-1-17

## Capítulo 2

**1** Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales.  ^ct-2-1

**2** Ele: Como um lírio entre os espinhos, assim é minha querida entre as moças.  ^ct-2-2

**3** Ela: Como a macieira entre as árvores do bosque, assim é o meu amado entre os rapazes; debaixo de sua sombra desejo muito sentar, e doce é o seu fruto ao meu paladar.  ^ct-2-3

**4** Ele me leva à casa do banquete, e sua bandeira sobre mim é o amor.  ^ct-2-4

**5** Sustentai-me com passas, fortalecei-me com maçãs; porque estou fraca de amor.  ^ct-2-5

**6** Esteja sua mão esquerda abaixo de minha cabeça, e sua direita me abraça.  ^ct-2-6

**7** Eu vos ordeno, filhas de Jerusalém: jurai pelas corças e pelas cervas do campo, que não acordeis, nem desperteis ao amor, até que ele queira.  ^ct-2-7

**8** Esta é a voz do meu amado: vede-o vindo, saltando sobre os montes, pulando sobre os morros.  ^ct-2-8

**9** Meu amado é semelhante ao corço, ou ao filhote de cervos; eis que está atrás de nossa parede, olhando pelas janelas, observando pelas grades.  ^ct-2-9

**10** Meu amado me responde, e me diz:Ele: Levanta-te, querida minha, minha bela, e vem.  ^ct-2-10

**11** Porque eis que o inverno já passou; a chuva se acabou, e foi embora.  ^ct-2-11

**12** As flores aparecem na terra, o tempo da cantoria chegou; e ouve-se a voz da rolinha em nossa terra.  ^ct-2-12

**13** A figueira está produzindo seus figos verdes, e as vides florescentes dão cheiro; levanta-te, querida minha, minha bela, e vem.  ^ct-2-13

**14** Pomba minha, que andas pelas fendas das rochas no oculto das ladeiras, mostra-me tua face, faze-me ouvir tua voz; porque tua voz é doce, e tua face agradável.  ^ct-2-14

**15** Tomai-nos as raposas, as raposinhas, que danificam as vinhas, porque nossas vinhas estão florescendo.  ^ct-2-15

**16** Meu amado é meu, e eu sou sua; ele apascenta entre os lírios.  ^ct-2-16

**17** Antes do dia se romper, e das sombras fugirem, volta, amado meu, faze-te semelhante ao corço, ao filhote de cervos, sobre os montes de Beter.  ^ct-2-17

## Capítulo 3

**1** Ela:Durante as noites busquei em minha cama a quem minha alma ama; busquei-o, mas não o achei.  ^ct-3-1

**2** Por isso me levantarei, e percorrerei a cidade, pelas ruas e pelas praças; buscarei a quem minha alma ama; busquei-o, mas não o achei.  ^ct-3-2

**3** Os guardas que rondavam pela cidade me encontraram. Eu lhes perguntei: Vistes a quem minha alma ama?  ^ct-3-3

**4** Pouco depois de me afastar deles, logo achei a quem minha alma ama. Eu o segurei, e não o deixei ir embora, até eu ter lhe trazido à casa de minha mãe, ao cômodo daquela que me gerou.  ^ct-3-4

**5** Eu vos ordeno, filhas de Jerusalém: jurai pelas corças e pelas cervas do campo que não acordeis nem desperteis ao amor, até que ele queira.  ^ct-3-5

**6** Quem é esta, que sobe do deserto como colunas de fumaça, perfumada com mirra, incenso, e com todo tipo de pó aromático de mercador?  ^ct-3-6

**7** Eis a cama móvel de Salomão! Sessenta guerreiros estão ao redor dela, dentre os guerreiros de Israel;  ^ct-3-7

**8** Todos eles portando espadas, habilidosos na guerra; cada um com sua espada à cintura, para o caso de haver um ataque repentino de noite.  ^ct-3-8

**9** O rei Salomão fez para si uma liteira de madeira do Líbano.  ^ct-3-9

**10** Suas colunas ele fez de prata, seu assoalho de ouro, seu assento de púrpura; por dentro coberta com a obra do amor das filhas de Jerusalém.  ^ct-3-10

**11** Saí, ó filhas de Sião, e contemplai ao rei Salomão, com a coroa a qual sua mãe o coroou, no dia de seu casamento, no dia da alegria do seu coração.  ^ct-3-11

## Capítulo 4

**1** Ele: Como tu és bela, minha querida! Como tu és bela! Teus olhos por trás do véu são como pombas; teu cabelo é como um rebanho de cabras, que descem do monte Gileade.  ^ct-4-1

**2** Teus dentes são como ovelhas tosquiadas, que sobem do lavatório; todas elas têm gêmeos, e nenhuma delas é estéril.  ^ct-4-2

**3** Teus lábios são como uma fita de escarlate, e tua boca é bonita; tuas têmporas são como pedaços de romã por detrás do véu.  ^ct-4-3

**4** Teu pescoço é como a torre de Davi, construída como fortaleza; mil escudos estão nela pendurados, todos escudos de guerreiros.  ^ct-4-4

**5** Teus dois seios são como dois filhos gêmeos da corça, que pastam entre os lírios.  ^ct-4-5

**6** Antes do dia nascer, e das sombras fugirem, irei ao monte de mirra, e ao morro do incenso.  ^ct-4-6

**7** Tu és bela, minha querida! Não há defeito algum em ti.  ^ct-4-7

**8** Vem comigo do Líbano, ó esposa minha, vem comigo do Líbano; desce do cume de Amaná, do cume de Senir e de Hermom, das montanhas das leoas, dos montes dos leopardos.  ^ct-4-8

**9** Tomaste meu coração, minha irmã, minha esposa; tomaste o meu coração com um de teus olhos, com um colar de teu pescoço.  ^ct-4-9

**10** Como são agradáveis os teus amores, minha irmã, minha esposa! São bem melhores do que o vinho; e o cheiro de teus unguentos é melhor que todas as especiarias.  ^ct-4-10

**11** Favos de mel descem de teus lábios, ó esposa; mel e leite estão debaixo de tua língua; e o cheiro de teus vestidos é como o cheiro do Líbano.  ^ct-4-11

**12** Jardim fechado és tu, minha irmã, minha esposa; manancial fechado, uma fonte selada.  ^ct-4-12

**13** Tuas plantas são uma horta de romãs, com frutos excelentes: hena e nardo.  ^ct-4-13

**14** Nardo, açafrão, cálamo e canela; com todo tipo de árvores de incenso: mirra, aloés, com todas as melhores especiarias.  ^ct-4-14

**15** Tu és uma fonte de jardins, um poço de águas vivas que corre do Líbano.  ^ct-4-15

**16** Ela: Levanta-te, vento norte! E vem, ó vento sul! Assopra em meu jardim, para que espalhem os seus aromas! Que meu amado venha a seu jardim, e coma de seus excelentes frutos.  ^ct-4-16

## Capítulo 5

**1** Ele: Já cheguei ao meu jardim, minha irmã, minha esposa; colhi minha mirra com minha especiaria; comi meu mel, bebi meu vinho com meu leite. Autor do poema (ou os amigos dos noivos): Comei, amigos; bebei, ó amados, e embebedai-vos.  ^ct-5-1

**2** Ela: Eu estava dormindo, mas meu coração vigiava; era a voz de meu amado, batendo: Abre-me, minha irmã, minha querida, minha pomba, minha perfeita! Porque minha cabeça está cheia de orvalho, meus cabelos das gotas da noite.  ^ct-5-2

**3** Já tirei minha roupa; como voltarei a vesti-la? Já lavei meus pés; como vou sujá-los de novo?  ^ct-5-3

**4** Meu amado meteu sua mão pelo buraco da porta,e meu interior se estremeceu por ele.  ^ct-5-4

**5** Eu me levantei para abrir a meu amado; minhas mãos gotejavam mirra, e meus dedos derramaram mirra sobre os puxadores da fechadura.  ^ct-5-5

**6** Eu abri a porta ao meu amado, porém meu amado já tinha saído e ido embora; minha alma como que saía de si por causa de seu falar.  Eu o busquei, mas não o achei; eu o chamei, mas ele não me respondeu.  ^ct-5-6

**7** Os guardas que rondavam pela cidade me encontraram; eles me bateram e me feriram; os guardas dos muros tiraram de mim o meu véu.  ^ct-5-7

**8** Eu vos ordeno, filhas de Jerusalém: jurai que, se achardes o meu amado, dizei a ele que estou doente de amor.  ^ct-5-8

**9** Moças: Ó tu mais bela entre as mulheres, como é o teu amado, ao qual tu amas mais do que qualquer outro? Como é este teu amado, mais amado do que qualquer outro, pelo qual assim nos ordenas jurar?  ^ct-5-9

**10** Ela: Meu amado é radiante e rosado; ele se destaca entre dez mil.  ^ct-5-10

**11** Sua cabeça é como o mais fino ouro; seus cabelos são crespos, pretos como o corvo.  ^ct-5-11

**12** Seus olhos são como pombas junto às correntes de águas, lavados em leite, colocados como joias.  ^ct-5-12

**13** As laterais de seu rosto como um canteiro de especiarias, como caixas aromáticas; seus lábios são como lírios, que gotejam fragrante mirra.  ^ct-5-13

**14** Suas mãos são como anéis de ouro com pedras de crisólitos; seu abdome como o brilhante marfim, coberto de safiras.  ^ct-5-14

**15** Suas pernas são como colunas de mármore, fundadas sobre bases de ouro puro; seu aspecto é como o Líbano, precioso como os cedros.  ^ct-5-15

**16** Sua boca é cheia de doçura, e ele é desejável em todos os sentidos; assim é o meu amado; assim é o meu querido, ó filhas de Jerusalém.  ^ct-5-16

## Capítulo 6

**1** Moças: Para onde foi o teu amado, ó tu mais bela entre as mulheres? Para que direção se virou o teu amado, para o procurarmos contigo?  ^ct-6-1

**2** Ela: Meu amado desceu ao seu jardim, aos canteiros de especiarias, para apascentar seu rebanho nos jardins, e para colher lírios.  ^ct-6-2

**3** Eu sou do meu amado, e meu amado é meu; ele apascenta entre os lírios.  ^ct-6-3

**4** Ele: Tu és bela, minha querida, como Tirza, agradável como Jerusalém; és formidável como bandeiras de exércitos.  ^ct-6-4

**5** Afasta teus olhos de mim, pois eles me deixam desconcertado. Teu cabelo é como um rebanho de cabras, que descem de Gileade.  ^ct-6-5

**6** Teus dentes são como um rebanho de ovelhas, que sobem do lavatório; todas produzem gêmeos, e não há estéril entre elas.  ^ct-6-6

**7** Como um pedaço de romã, assim são as laterais de teu rosto abaixo de teu véu.  ^ct-6-7

**8** Sessenta são as rainhas, e oitenta as concubinas; e as donzelas são inúmeras;  ^ct-6-8

**9** Porém uma é a minha pomba, minha perfeita, a única de sua mãe, a mais querida daquela que a gerou. As moças  a viram, e a chamaram de bem-aventurada; as rainhas e as concubinas a elogiaram.  ^ct-6-9

**10** Quem é esta, que aparece como o nascer do dia, bela como a lua, brilhante como o sol, formidável como bandeiras de exércitos?  ^ct-6-10

**11** Desci ao jardim das nogueiras, para ver os frutos do vale; para ver se as videiras estavam floridas, e se as romãzeiras brotavam.  ^ct-6-11

**12** Sem eu perceber, minha alma me pôs nas carruagens de meu nobre povo.  ^ct-6-12

**13** Moças: Volta! Volta, Sulamita! Volta! Volta, e nós te veremos! Ele: Por que quereis ver a Sulamita, como a dança  de duas companhias?   ^ct-6-13

## Capítulo 7

**1** Ele: Como são belos os teus pés nas sandálias, ó filha de príncipe! Os contornos de tuas coxas são como joias, como obra das mãos de um artesão.  ^ct-7-1

**2** Teu umbigo é como uma taça redonda, que não falta bebida; teu abdome é como um amontoado de trigo, rodeado de lírios.  ^ct-7-2

**3** Teus dois seios são como dois filhos gêmeos da corça.  ^ct-7-3

**4** Teu pescoço é como uma torre de marfim; teus olhos são como os tanques de peixes de Hesbom, junto à porta de Bate-Rabim. Teu nariz é como a torre do Líbano, que está de frente a Damasco.  ^ct-7-4

**5** Tua cabeça sobre ti, como o monte Carmelo, e o trançado dos cabelos cabeça como púrpura; o rei está como que atado em tuas tranças.  ^ct-7-5

**6** Como tu és bela! Como tu és agradável, ó amor em delícias!  ^ct-7-6

**7** Esta tua estatura é semelhante à palmeira, e teus seios são como cachos de uvas.  ^ct-7-7

**8** Eu disse: Subirei à palmeira, pegarei dos seus ramos; e então teus seios serão como os cachos da videira, e a fragrância de teu nariz como o das maçãs.  ^ct-7-8

**9** E tua boca seja como o bom vinho; Ela: Vinho que se entra a meu amado suavemente, e faz falarem os lábios dos que dormem.  ^ct-7-9

**10** Eu sou do meu amado, e ele me deseja.  ^ct-7-10

**11** Vem, amado meu! Saiamos ao campo, passemos as noites nas aldeias.  ^ct-7-11

**12** Saiamos de madrugada até às vinhas, vejamos se as videiras florescem, se suas flores estão se abrindo, se as romãzeiras já estão brotando; ali te darei os meus amores.  ^ct-7-12

**13** As mandrágoras espalham seu perfume, e junto a nossas portas há todo tipo de excelentes frutos, novos e velhos; eu os guardei para ti, meu amado.  ^ct-7-13

## Capítulo 8

**1** Como gostaria que tu fosses como meu irmão, que mamava os seios de minha mãe. Quando eu te achasse na rua, eu te beijaria, e não me desprezariam.  ^ct-8-1

**2** Eu te levaria e te traria à casa de minha mãe, aquela que me ensinou, e te daria a beber do vinho aromático, do suco de minhas romãs.  ^ct-8-2

**3** Esteja sua mão esquerda debaixo de minha cabeça, e sua direita me abrace.  ^ct-8-3

**4** Eu vos ordeno, filhas de Jerusalém: jurai que não acordeis, nem desperteis ao amor, até que ele queira.  ^ct-8-4

**5** Outras pessoas: Quem é esta, que sobe da terra desabitada, reclinada sobre seu amado? Ela: Debaixo de uma macieira te despertei; ali tua mãe te fez nascer com dores; ali te fez nascer aquela que te gerou.  ^ct-8-5

**6** Põe-me com um selo sobre teu coração, como selo sobre teu braço; porque o amor é forte como a morte; os ciúmes são duros como o mundo dos mortos; suas brasas são brasas de fogo, labaredas poderosas.   ^ct-8-6

**7** Muitas águas não poderiam apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa por este amor, certamente o desprezariam.  ^ct-8-7

**8** Irmãos dela: Temos uma irmã pequena, que ainda não têm seios; que faremos a esta nossa irmã, no dia que dela falarem?  ^ct-8-8

**9** Se ela for um muro, edificaremos sobre ela um palácio de prata; e se ela for uma porta, então a cercaremos com tábuas de cedro.  ^ct-8-9

**10** Ela: Eu sou um muro, e meus seios como torres; então eu era aos olhos dele, como aquela que encontra a paz.  ^ct-8-10

**11** Salomão teve uma vinha em Baal-Hamom; ele entregou esta vinha a uns guardas, e cada um lhe trazia como faturamento de seus frutos mil moedas de prata.  ^ct-8-11

**12** Minha vinha, que me pertence, está à minha disposição;  as mil moedas de prata são para ti, Salomão, e duzentas para os guardas de teu fruto.  ^ct-8-12

**13** Ele: Ó tu que habitas nos jardins, teus colegas prestam atenção à tua voz: faze com que eu também possa ouvi-la.  ^ct-8-13

**14** Ela: Vem depressa, meu amado! E faze-te semelhante ao corço, ao filhote de cervos, nas montanhas de ervas aromáticas! ^ct-8-14
